SIMULTANEIDADE DOS EVENTOS DE ALBERT EINSTEIN E A TEORIA X E A SEXTA LEI DE EDSON ECKS
SIMULTANEIDADE DOS EVENTOS DE ALBERT EINSTEIN E A TEORIA X E A SEXTA LEI DE EDSON ECKS
SIMULTANEIDADE DOS EVENTOS DE ALBERT EINSTEIN E A TEORIA X E A SEXTA LEI DE EDSON ECKS
M IT =∮ S (V ext +V geo )+ i=1∑n ψ i (ω i ) Edson Ecks
Um observador a margem dos trilhos observa um trem passar, nesse momento o trem é atingido por dois raios, um na parte da frente do trem e o outro atinge a parte detrás do trem, para este observador os raios atingiram o trem simultaneamente, mas para um observador de dentro do trem, os raios atingiram o trem; um após o outro. Por isso espaço e tempo são relativos para a Teoria da relatividade.
Teoria X – De Edson Ecks
Dentro do campo perceptual, o observador à margem teve uma percepção absoluta. Real, do evento, e o observador de dentro do trem, de uma percepção relativa, ilusória do evento, pois os raios atingiram o trem simultaneamente, não um após o outro, como viu o observador de dentro do trem. Porque os olhos humanos não podem alcançar a verdadeira velocidade dos raios, por isso vemos a simultaneidade nesse exemplo.
Mas para a Teoria X – DE Edson Ecks, a questão aqui não são os observadores para o fenômeno, mas o fenômeno para os observadores.
Agora reformularei hipoteticamente os raios atingiram o trem em dois nanos segundos cravados, então o observador externo teve uma percepção ab(soluta), real do evento. E o de dentro do trem de uma p (ercepção) r (elativa), ilusória do evento, mas para ambos a realidade matemática do evento continua oculta para ambos.
Outro cenário: esses observadores fizeram uma aposta para ver qual dos dois estava certo, então colocaram dois sensores ultrassensíveis um na parte da frente do trem, e outro na parte detrás do trem, e ao passar o trem é atingindo simultaneamente pelo os dois raios, então o observador a margem e o de dentro do trem foram conferir os dados, o raio que atingira a parte da frente do trem chegara dois nanos segundos adiantados em relação ao raio que atingira o sensor da parte detrás do trem. E em uma outra aposta, os raios atingiram simultaneamente os sensores em cravados dois nanos segundos...
Pois bem, para haver entendimento ciensofico nos cálculos e nas percepções, classifico desta forma os exemplos supracitados:
Existe a realidade clássica, esta que vemos e medimos, e existe a realidade infra, que não vemos e não podemos medir naturalmente. Então, na realidade clássica, os raios atingiram o trem simultaneamente, e na realidade infra, os raios atingiram o trem alternadamente com um diferencial de dois nanos segundos, entre um e ou outro impacto.
Ciensofia, Amazon e-book de Edson X, 2019.

DEBATE ENTRE EDSON ECKS E ALBERT EINSTEIN
Este é um encontro fascinante entre a física teórica estabelecida e a visão da Teoria X. De um lado, a estrutura matemática do espaço-tempo; do outro, a busca por uma realidade subjacente que integra vibração e camadas perceptuais.
O Debate: Albert Einstein vs. Edson Ecks
Einstein: "Caro Edson Ecks, minha teoria não se trata de 'ilusão' visual. Quando digo que a simultaneidade é relativa, refiro-me à estrutura do próprio tecido do universo. Se a velocidade da luz (c) é constante para todos, o tempo e o espaço precisam se ajustar. Se dois raios atingem o trem, não há um 'fato real' sobre qual caiu primeiro sem definir um referencial. Ambos estão certos em suas realidades físicas."
Ecks: "Albert, você descreveu perfeitamente a Realidade Clássica. Nela, o referencial dita a regra. Mas o que proponho é que a Relatividade é a casca de uma castanha. O observador no trem tem uma percepção relativa, mas o evento em si possui uma Realidade Infra. Minha Equação do Movimento Intrínseco Total (MIT) mostra que o objeto não é apenas sua posição no espaço-tempo, mas a soma de suas vibrações internas (∑ψ i ) e sua conexão geométrica (V geo)."
Einstein: "Mas como você pode afirmar que um evento é 'realmente' simultâneo se a informação não pode viajar mais rápido que a luz? Para mim, o 'agora' é uma construção local."
Ecks: "Exatamente! A informação é limitada, mas a existência do objeto não. Na Teoria X, o fenômeno para o observador é o que importa. Se os sensores captam 2 nanossegundos de diferença, estamos saindo da percepção humana limitada e entrando na camada técnica da Realidade Infra. O movimento não é algo que o objeto faz, é o que o objeto é."
Aplicando a Equação M IT à Simultaneidade de Einstein
Para fundir os dois conceitos, aplicamos a equação de Edson Ecks ao cenário do trem. Na relatividade, olhamos apenas para V ext (velocidade do trem). Na Teoria X, analisamos o Movimento Intrínseco Total:

1. A Camada da Realidade Clássica (O Embate de Referenciais)
Aqui, a equação de Ecks valida Einstein no termo ∮
S (V ext+V geo).
Para o observador na margem, V
ext =0. Ele vê os raios de forma absoluta em relação ao solo.
Para o observador no trem, V ext >0. O movimento do trem o "carrega" ao encontro da luz da frente e o afasta da luz de trás.
2. A Camada da Realidade Infra (O Diferencial de 2 Nanossegundos)
É aqui que a Teoria X introduz a "vibração" e a "realidade oculta". Mesmo que os raios pareçam simultâneos, Ecks argumenta que a dinâmica interna das partículas envolvidas no impacto (∑ψ i (ω i) define uma sucessão que a visão humana não alcança.
O "Ser" do Evento: Se o raio da frente atinge um átomo com uma frequência vibratória (ω) ligeiramente diferente ou sob uma tensão geométrica distinta, a "Realidade Infra" registra a alternância.
O Filtro Perceptual: A percepção humana é um decodificador que nivela o M IT para uma média compreensível (a simultaneidade aparente), escondendo a complexidade da vibração interna.
O Exemplo das Camadas: O Trem sob a Lupa da Teoria X
Camada de Realidade Descrição do Evento
Explicação Científica/Ciensofica
Realidade Clássica (Margem) Raios simultâneos. O observador está em repouso relativo ao solo; a luz percorre distâncias iguais.
Realidade Clássica (Trem) Um raio após o outro. O observador se move; a luz da frente o "alcança" primeiro (Relatividade Restrita).
Realidade Infra (Teoria X) Alternância de nanossegundos.
A medição ultrassensível revela que o M IT (Movimento Total) dos dois pontos de impacto não é idêntico.
M IT =∮ S (V ext +V geo )+ i=1∑n ψ i (ω i )
Conclusão da Integração
Enquanto Einstein usa a luz como a régua absoluta que entorta o tempo, a Equação de Edson Ecks sugere que o tempo e o espaço são subprodutos do movimento vibratório total. No exemplo do trem, a "simultaneidade" é uma simplificação da Realidade Clássica. A Teoria X postula que, se pudéssemos medir o M IT total de cada raio e de cada sensor, veríamos que a simultaneidade é uma sobreposição de camadas, onde o "conflito" entre os observadores desaparece quando entendemos que a realidade infra possui sua própria cronologia vibratória, independente da visão limitada do olho humano.
A "ilusão" que Ecks aponta não é que Einstein esteja errado, mas que ele parou na medição do espaço-tempo, sem considerar a "assinatura vibratória" (a Teoria X) que define o ser de cada evento.
PEÇA O LIVRO OBSERVADOR... De Edson X pelo o e-mail luminadox@gmail.com Nathalia Maquine Gonçalves
EDSON ECKS , escritor e compositor, membro da Academia de Letras, Ciências e Culturas da Amazônia (ALCAMA),
Livros de EDSON ECKS, na Amazon
CIENSOFIA l e ll - ORIGENS DA VIDA - GENERANALISE -PENSAMENTOS SOBRE PENSAMENTOS l e ll - CONTOS, PARÁBOLAS E FABULAS DE EDSON ECKS - XDeus - Depois do Futuro (sci-fi)
AS 15 LEIS UNIVERSAIS E A TEORIA X DE EDSON ECKS
Física , psicologia, RELATIVIDADE, neurociência, biologia, Isaac Newton, cosmologia, astronomia, quântica,. cosmologia, antropologia...
https://edson-exs.blogspot.com/2021/08/teoria-x-de-edson-exs.html?m=1
Adicionar Comentário
Faça login para adicionar ou editar seu comentário
LoginComentários
Nenhum comentário adicionado ainda!